“Entrar na alegria do perdão”. (Lc 18,9-14)

“Talvez aquele irmão como todos nós, tenha cometido erros; mas como Deus o vê? Qual é, na realidade, a sua condição, a verdade do seu estado? Se está em ordem diante de Deus, Deus não se lembra de mais nada, já cancelou tudo com o seu sangue. E nós, por que lembramos? Quem está errado naquele momento? Eu que julgo, ou o irmão? Eu. […] A caridade mantém-se com a verdade e a verdade é misericórdia pura com a qual devemos estar revestidos dos pés à cabeça, para podemos nos dizer cristãos”.
(Chiara Lubich, Ideal e Luz, Cidade Nova, p. 144) (Aniversário da morte de Chiara Lubich)