“Viver amando sempre”. (Mc 6, 17-29)
Durante a Segunda Guerra, Chiara Lubich e suas primeiras companheiras, em um porão, se abrigavam das bombas. “O abrigo que nos acolhia não era seguro. Estávamos sempre diante da morte. Então, outra pergunta nos invadiu: haverá uma vontade de Deus que o agrade de modo especial? Se tivéssemos que morrer, queríamos ter posto em prática precisamente aquela, nem que fosse nos últimos instantes. O Evangelho respondeu […]: ‘Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos’”. (Chiara Lubich, Ideal e Luz, p. 44)
Martírio de São João Batista.
